DPDF realiza mais 3 milhões de atendimentos desde 2023

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) vem consolidando, nos últimos anos, um papel central na promoção do acesso à Justiça e na defesa dos direitos da população em situação de vulnerabilidade, em atuação articulada com o Governo do Distrito Federal (GDF) e diversos parceiros públicos e privados. Somente em 2025, a instituição ultrapassou a marca de 1 milhão de atendimentos, resultado que se soma aos números expressivos de 2024, quando foram realizadas cerca de 850 mil assistências, e de 2023, com aproximadamente 800 mil registros. Ao todo, iniciativas da atual gestão superam 3 milhões de atendimentos, tanto presenciais quanto virtuais, reafirmando a DPDF como uma das instituições mais atuantes do DF.

Os dados refletem um modelo de atuação pautado no acolhimento, na escuta qualificada e na busca por soluções jurídicas eficazes, viabilizado também pelo apoio de parcerias estratégicas voltadas à promoção de políticas públicas que visam à cidadania e à inclusão social. Em 2024, por exemplo, a média mensal foi de cerca de 70 mil atendimentos, abrangendo serviços de orientação jurídica e apoio psicossocial, com foco principalmente em cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social.

Para o defensor público-geral do DF, Celestino Chupel, os resultados demonstram o compromisso institucional com a promoção da cidadania. “Cada ação foi pensada para aproximar a Defensoria do cidadão, ampliar o acesso à Justiça e oferecer um atendimento humanizado, especialmente às pessoas em situação de vulnerabilidade. Esse trabalho só é possível graças ao diálogo permanente e ao apoio dos órgãos e das instituições parceiras”, destacou.

O subdefensor público-geral Fabrício Rodrigues também ressaltou o caráter inovador das iniciativas. Segundo ele, o diferencial está na atuação integrada entre defensores, servidores, equipes psicossociais e parceiros. “Esse modelo permite um atendimento mais completo e humanizado, fortalecendo a confiança da população na DPDF e ampliando o alcance das políticas de acesso à Justiça”, afirmou.

Ações temáticas

Entre as iniciativas de maior impacto da atual gestão, destacam-se programas e projetos que, juntos, já somam milhares de atendimentos diretos em diferentes regiões do DF. A Quarta do Cidadão contabilizou 8,7 mil atendimentos em 15 edições, oferecendo orientação jurídica, triagem e encaminhamento de demandas nas áreas de família, moradia, saúde e previdência. A proposta é facilitar a resolução de conflitos de forma ágil e humanizada, levando os serviços da DPDF para mais perto da população, em articulação com parceiros públicos e privados.

Outro destaque é o Dia da Mulher, iniciativa voltada à promoção dos direitos femininos e à prevenção da violência de gênero. Ao longo de 30 edições, o projeto registrou 56.432 atendimentos, com suporte jurídico, social e psicológico a mulheres em situação de vulnerabilidade, reforçando o compromisso da instituição com a proteção e o fortalecimento da cidadania feminina.

Criado em 2025, o Defensoria Longevidade realizou 1.114 atendimentos especializados à população idosa. A primeira edição, realizada em alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, ofereceu serviços nas áreas jurídica, social, habitacional e de saúde, promovendo atenção integral e respeito aos direitos desse público.

O projeto Defensoria nas Escolas também ganhou relevância ao alcançar mais de 11,6 mil estudantes, professores e membros da comunidade escolar em 13 regiões administrativas, em atuação conjunta com a Secretaria de Educação do DF (SEE-DF). Desde 2024, a iniciativa identificou mais de 10 mil crianças e adolescentes sem o nome do pai no registro de nascimento, contribuindo diretamente para a garantia do direito à identidade e à filiação.

Lançado em dezembro de 2025, o projeto Defensoria na Primeira Infância ampliará o alcance do Defensoria nas Escolas ao incluir creches da rede pública e conveniada do DF. A iniciativa tem como foco o atendimento imediato de demandas urgentes que impactam a estrutura familiar e o bem-estar das crianças, como pensão alimentícia, guarda e reconhecimento de paternidade.

*Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)

Por Revista Plano B
Fonte Agência Brasília
Foto: Divulgação/DPDF

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