Home Arte & CulturaMugler apresenta inverno 2026 em Paris com coleção inspirada em liderança feminina

Mugler apresenta inverno 2026 em Paris com coleção inspirada em liderança feminina

Sob direção do estilista português Miguel Castro Freitas, a coleção “The Commander” reforça a alfaiataria poderosa, ombros estruturados e a clássica silhueta dramática da maison.

by Marissol

A Mugler apresentou nesta sexta-feira (06) sua coleção de inverno 2026 durante a Paris Fashion Week, em Paris. Assinada pelo estilista português Miguel Castro Freitas, a apresentação marca o segundo capítulo de sua trajetória criativa à frente da marca e dá continuidade a uma trilogia iniciada em sua coleção de estreia.

Intitulada The Commander, a nova proposta revisita elementos clássicos associados ao DNA da casa, explorando a ideia de autoridade e protagonismo feminino. A coleção investiga arquétipos ligados ao poder no vestir, como o famoso power dressing, os ombros estruturados e as silhuetas marcantes que sempre fizeram parte da identidade visual da Mugler.

O desfile aconteceu no Palais de la Porte Dorée, edifício de arquitetura Art Déco inaugurado em 1931. O cenário monumental contribuiu para reforçar a narrativa da coleção, centrada na imagem de uma mulher forte, segura e em posição de comando.

A alfaiataria surge como base da coleção. Casacos de volumes amplos, vestidos de linhas retas e conjuntos coordenados de jaqueta e saia aparecem em tons de caramelo, bege, azul intenso, roxo e preto. Ombreiras inspiradas em uniformes, golas altas e cinturas bem marcadas ajudam a construir uma silhueta imponente, enquanto bolsos utilitários e cintos largos acrescentam estrutura às peças.

Mesmo com uma paleta mais sóbria, o toque de glamour característico da marca aparece em tecidos metalizados em dourado, bronze e rosa. O couro também ganha destaque, surgindo moldado ao corpo em peças de construção mais rígida, criando contraste entre volumes amplos e formas ajustadas.

Ainda é cedo para definir completamente os rumos da Mugler sob a direção de Freitas. No entanto, este segundo desfile já indica um movimento interessante: depois de reafirmar os códigos históricos da marca em sua estreia, o estilista começa a reinterpretar esse legado com mais liberdade criativa.

Por: Revista MARI.SSOL

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