Estudantes de Santa Maria participam de preparação especial para o Enem

Pensando em preparar os estudantes da rede pública para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o projeto Se Liga no Enem está promovendo duas semanas de aulões intensivos em Santa Maria. As aulas acontecem no período noturno, no auditório da Escola Técnica de Santa Maria, e são voltadas à revisão dos conteúdos nas semanas que antecedem as provas.

A iniciativa, que teve início no Centro Educacional (CED) 310, foi abraçada pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Santa Maria e expandida para todos os estudantes da cidade. “Quando a Ana Cláudia veio para ser a coordenadora intermediária da Regional do Ensino Médio, ela apresentou o projeto, e toda a regional abraçou a ideia”, explica a professora Anne Cellos, uma das idealizadoras.

O projeto é aberto a toda a comunidade e tem atraído, inclusive, estudantes de outras regiões administrativas, como o Gama. “A gente viu que era importante. Faz total diferença uma preparação focada, voltada para a prova do Enem”, reforça Anne.

Para Débora Santos da Rocha, 17 anos, estudante do 3º ano, a iniciativa é uma forma de democratizar o acesso ao ensino superior. “Com certeza, é muito importante, não é só para revisar. A gente sabe como, por exemplo, o cursinho é muito caro, o acesso é mais difícil. Então, com esses aulões, temos ótimos professores, ótimas explicações, e acaba facilitando muito para quem não tem condições”, avalia a estudante. 

Débora, que sonha em cursar direito na Universidade de Brasília (UnB), vê a iniciativa como um apoio fundamental. “Eu já fiz o vestibular tradicional, fiz também o exame do Programa de Avaliação Seriada (PAS), e estou fazendo o Enem para ter mais uma chance”, destaca.

O formato dos aulões, testado com sucesso no ano anterior, é dividido em duas etapas: uma semana dedicada às disciplinas de humanas, antes da primeira prova (agendada para o dia 9), e uma semana focada em exatas, antes da segunda prova (dia 16).

Além das aulas, os estudantes recebem um kit de apoio. “Tem uma barrinha de cereal, apostila, material, camisa e garrafinha de água para eles levarem. É uma forma da gente apoiar os meninos que estudam, que se dedicam, que estão aí preocupados com o futuro”, detalha Anne. O auditório possui cerca de 200 vagas, mas a organização garante que ninguém ficará de fora. “A gente acha um lugarzinho aqui. Caso lote, a gente bota a cadeira, e ninguém vai ficar sem aula”, conclui.

*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

Por Revista Plano B

Fonte Agência Brasília

Foto: Felipe de Noronha/SEEDF

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