Potência elétrica do Hospital Regional de Santa Maria é triplicada

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) acaba de dar um passo importante para modernizar o atendimento do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Após uma operação de 13 horas, a unidade teve a capacidade da sua subestação elétrica triplicada, e agora conta com 3.000 kVA de potência.

Na prática, essa ampliação significa mais estabilidade, segurança e a possibilidade de instalação de novos aparelhos de grande porte. Entre eles estão equipamentos de ressonância magnética e tomografia — que garantem exames de imagem mais precisos —, além de uma autoclave e uma lavadora termodesinfectora, fundamentais para a esterilização de materiais e segurança dos procedimentos.

“Planejamos a operação com antecedência para que os serviços críticos fossem mantidos sem grandes impactos. Só concluímos após todos os testes confirmarem a segurança e o desempenho esperados”, explica Lucas Lourenço Marques, chefe do Núcleo de Manutenção e Infraestrutura (NUMSM) do HRSM.

Com a modernização, o hospital ganha em potência e em confiabilidade. Segundo o engenheiro eletricista do hospital, Jefferson dos Santos de Carvalho Rosa, foram feitas inspeções, reapertos de conexões, ajustes e testes em todos os transformadores, que agora operam com redundância, ou seja, prontos para assumir em caso de necessidade.

“A atualização devolve segurança ao sistema e prepara a estrutura para suportar tecnologias mais complexas. Foi um trabalho detalhado, que garante que a subestação esteja pronta para operar de forma contínua e segura”, destaca o profissional.

Tecnologia a favor da saúde

A ampliação energética não é apenas um investimento técnico, mas uma conquista que impacta diretamente a assistência em saúde. Equipamentos de alta demanda poderão ser instalados e utilizados plenamente, ampliando o acesso da população a exames e procedimentos de maior complexidade.

Para o gerente-geral do HRSM, Anderson Rodrigues, cada avanço é pensado para beneficiar quem mais importa: o paciente. “Durante a modernização, tivemos pouquíssimas e esperadas intercorrências, todas rapidamente sanadas. Hoje, celebramos não apenas mais potência energética, mas um futuro com mais segurança e tecnologia a serviço da vida”, afirma.

Na mesma linha, o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel Vieira, aponta que este é um grande passo para a unidade. “A nova capacidade viabiliza a chegada de tecnologias que fazem diferença no diagnóstico e no tratamento em diversos setores, além de reforçar a segurança dos serviços já existentes.”

*Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

Por Painel da Cidadania

Fonte Agência Brasília

Foto: Divulgação/IgesDF

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